Com o Brasil de volta, Eliminatórias deve ser mais equilibradas

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Foto: CBF

O caminho para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018, está prestes a começar para as seleções sul-americanas. A ansiedade pela disputa aumenta ainda mais com o retorno do Brasil, que ficou fora das últimas Eliminatórias por ser o país-sede do Mundial do ano passado. Pelo que se desenhou após a Copa do Mundo no Brasil, essa promete ser a mais disputada qualificatória de todos os tempos no continente.

A partir de hoje, grandes craques de nível internacional tentarão conduzir suas respectivas seleções ao sonho de participar do torneio de futebol mais importante do planeta. Mas esse privilégio ficará restrito a apenas cinco times, sendo que um deles ainda terá que passar pela repescagem mundial frente a um rival da Ásia.

A competição de turno e returno, com todas as dez seleções se enfrentando, apresenta ao menos seis favoritos: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai e Equador. Em comum, o fato de que todas essas seleções estiveram no Brasil em 2014.

Além disso, percebe-se também a evolução do futebol venezuelano, na busca por sua primeira participação em um Mundial, bem como o Peru, que, com Paolo Guerrero no comando do ataque, sonha em voltar a uma Copa, feito que não acontece desde 1982.

Outra seleção que não está no grupo das favoritas, mas que almeja dar a volta por cima após uma horrenda participação nas Eliminatórias para o Mundial do Brasil, é o Paraguai.

Comandada pelo técnico argentino Ramón Díaz, “La Albirroja” quer recuperar a boa fase que levou os paraguaios de forma consecutiva às Copas de 1998, 2002, 2006 e 2010, sendo que na África do Sul a equipe atingiu sua melhor colocação em Mundiais – um honroso oitavo lugar.

Quem completa a lista de participantes das Eliminatórias é a Bolívia, sempre uma incógnita, mas que costuma oferecer pressão aos rivais atuando na altitude de La Paz. Atualmente, “La Verde”, como é chamada a seleção boliviana, atravessa um momento de reestruturação motivado por uma série de disputas extracampo. Marcelo Moreno, ex-Cruzeiro, foi o primeiro a “pular fora” dessa barca. O atacante divulgou um comunicado afirmando que o técnico Julio César Baldivieso não possui condições de comandar a Bolívia nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Mais de meio século – A primeira Copa do Mundo, disputada no Uruguai, em 1930, foi a única que não teve Eliminatórias. Para o Mundial da Itália, em 1934, Argentina e Brasil se classificaram automaticamente devido às desistências de Bolívia, Paraguai, Peru, Chile e Uruguai.

No caso do Mundial de 1938, o Brasil foi o único representante do continente, já que a Argentina se retirou (em desacordo com a escolha da França como sede) e também o Chile, em solidariedade ao vizinho. Em 1950, a seleção canarinho se classificou por ser sede. A partir da Copa de 1954, começaram as Eliminatórias da Conmebol.

Fonte: O tempo

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